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Título: FATORES DE RISCO PARA INFECÇÃO URINÁRIA EM MULHERES SEXUALMENTE ATIVAS: UM ESTUDO DE CASO-CONTROLE Autor:
SIDNEY PEREIRA DACHI
Instituição:
UNIVERSIDADE
FEDERAL DE SANTA CATARINA - CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE -
CURSO DE MESTRADO EM CIÊNCIAS MÉDICAS
Ano:
1999
Tipo:
Dissertação apresentada como requisito parcial à obtenção
do título de Mestre do Curso de Mestrado em Ciências Médicas
da Universidade Federal de Santa Catarina.
Orientador:
Prof.
Dr. Mário Sérgio Soares de Azeredo Coutinho
Co-orientadora: Prof.a Dra. Ana Maria Nunes Faria Stamm Para Download em PDF, clique aqui Resumo Objetivos: Verificar se a prática sexual, o uso de métodos contraceptivos e os hábitos higiênicos pessoais afetam o risco de infecção urinária em mulheres sexualmente ativas. Desenho: Estudo de caso-controle. Local: Ambulatório de Clínica Médica de um hospital de atendimento terciário. População de estudo: Pacientes do sexo feminino, ativas sexualmente, na faixa etária de 16 a 50 anos, atendidas em uma unidade de ambulatório, entre março e julho de 1998. Os casos: 125 mulheres atendidas devido a queixas urinárias e com infecção urinária confirmada por urocultura. Os controles: 375 mulheres atendidas sem queixas urinárias e com urocultura negativa. Metodologia:
Foi
aplicado um questionário que constava de perguntas que abrangiam
vários tópicos sobre possíveis fatores de risco para
infecção urinária e as eventuais exposições
tidas como importantes (hábitos higiênicos pessoais, uso de
métodos contraceptivos e prática sexual) na determinação
dessa infecção. O tamanho da amostra foi calculado para detectar
uma razão de chance de 2, em uma relação de 1 caso
para 3 controles, assumindo um erro tipo I () de 5%, um poder estatístico
de 80% (=0,20), e uma proporção de controles expostos estimada
em 20%, com intervalo de confiança de 95%. Os procedimentos estatísticos
usadosforam: medidas descritivas, tabelas de freqüências, análise
de correspondência múltipla e regressão logística.
Conclusões: Este trabalho documentou que os fatores de risco analisados (prática sexual e hábitos higiênicos pessoais) não afetam o risco de ITU em mulheres sexualmente ativas, na faixa etária de 16 a 50 anos, na população estudada.
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