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| As correspondências
recebidas no período entre a edição anterior e a atual.
Foram centenas delas. Resolvemos não publicar as que chegam sem
as assinaturas correspondentes e aquelas que solicitam somente a inclusão
na nossa mail list.
O Editor
Um super beijo da sua fã. Márcia Atenciosamente Jair Baptista Miguel
Nerfologia, cujo programa está disponível no endereço www.nefrodata.com.br/eventos.htm Muito obrigado. Um abraço Marcelo Gadbem Joyce ótima revista. Agradece. Dr. José Faria Gomes Sou professora na FEA/USP, sofri de HELLP sídrome na minha primeira gravidez, e gostaria de saber quais os riscos de uma segunda. Silvia Kassai furioso. Subindo com eles, uma criancinha de quatro anos, tomada pelo pânico e pelo amargo da mamãe impotente e arrebentada. Não é ficção e nem comédia, e nem pieguice barata e romântica. Fato acontecido há poucos dias e que chegou ao nosso conhecimento para sacudir, mais uma vez, os brios e os fios do juízo: a jovem senhora fora submetida à transplante de córnea no início deste ano; portanto, ainda requerendo do marido todo cuidado e atenção . Com um companheiro deste, ainda precisará esta senhora de algum inimigo? Foi encontrada pelo zelador num estado tal que merecia, para ampla vergonha de tal e tais maridos, ser mostrada em todos os canais de televisão, para que todos vejam a quantas chegam os doentes e usuários do álcool. Sinal da vitória do veneno livre sobre o bom senso e a responsabilidade dentro dos lares brasileiros. Vitória do atraso e do vício. Grande vitória nacional das companhias de cerveja! O Brasil é mesmo uma país com alergia idiossincrásica ao essencial e prioritário. Aquilo que nos atormenta, nos empobrece e nos avilta não é tratado de frente e de vez; é empurrado para depois, num jogo que merece toda nossa reflexão e repúdio. É o caso do alcoolismo. Seguinte exemplo: AIDS e alcoolismo. Fala-se e gasta-se tanto com a problemática da AIDS, como se esta doença fosse a suprema vergonha e perigo da pátria. E, verdade apurada e depurada, não é. Nem nunca será. A AIDS não passa de um grão de areia na praia do alcoolismo. É a doença da moda; enquanto a outra é a doença dos séculos e séculos. O alcoolismo é muito mais ameaçador e catastrófico; e abrangente e mortal para a sociedade. E a mídia nem dá a mínima bola para ele. Vejo na televisão americana um estudo e uma constatação tão alarmante quanto desoladora: em 60% das desavenças familiares está lá, escancarado ou oculto (tal qual um piolho) a garrafa do álcool. Neste mesmo estudo: mais de 60% dos crimes estão relacionados diretamente com o álcool, que lá se vende e se consente tanto quanto aqui; só que contam com lei mais séria e mais duramente aplicada. Em terras brasileiras a coisa é muito mais frouxa, muito mais ignorante e muito mais tupiniquim. Não se vê nenhuma política voltada para o enfrentamento deste que, sem nenhuma dúvida, é o maior obstáculo/embaraço nacional nos dias de hoje; estamos afirmando que nem a corrupção é tão purulenta quanto o abcesso da doença alcoólica; esta compromete, com seus prejuízos, mais de 4% do produto interno bruto (para a compreensão do leitor, muitos bilhões de reais), que são gastos para tapar buracos que o álcool/bebida faz em nosso país; e que você paga também, querendo ou não.. Dinheiro que seria muito mais útil em nossas escolas, hospitais, estradas e segurança. Renzo Sansoni Favor enviar informações sobre como ler os artigos. Edilson Maciel sucateado e errático da saúde pública tupiniquim, com repercussão e ressonância para todo o território nacional. Uma vergonha, um lixo; mas, não obstante, uma lição das melhores para ingurgitar as veias de nosso pescoço e as fímbrias de nosso juízo. Uberlândia, servindo aqui de boi de piranha pra todo o país , já não consegue mais esconder o traseiro para os olhos desconfiados das elites e dos sem-nada, quando se procura o hospital para as necessidades do cotidiano. O episódio, mostrado pelo Jornal Nacional, revela, em tom amargo, a briga feia e feroz, nos bastidores e conchavos dos gabinetes, pela verba e pelo mando nas questões médico-hospitalares. Para nós, médicos, fica a certeza, de que estas disputas intestinas não levarão a nenhum lugar que não seja o fundo do fundo do poço, onde fica o altar da incompetência e do coronelismo político. Saiu ferida a imagem de uma instituição tão merecedora de respeito e de carinho de toda gente: os hospitais de clínicas das universidades federais. Para acrescentar pior mal cheiro à podridão, foi noticiado nos jornais que o senhor ministro da Saúde, enraivecido e distante do naufrágio, ainda exigiu a demissão do sóbrio e dedicado diretor-clínico. Como se o médico fosse o carrasco da desventura. No disse/não-disse que agitou os narizes empinados e burocráticos, o que ficou evidente foi a falta de encarar, com critérios serenos e profundos, a mais importante questão que afeta, diretamente, a honra íntima dos pobres e desvalidos: a inacreditável distância que separa os humildes do sagrado direito de serem bem atendidos no serviço público de assistência médica. O uso do gogó e das superficialidades dos “aparecidinhos” de sempre não deixou de ser percebido pelos observadores atentos à crise. Não se viu e nem se ouviu nenhum posicionamento coerente, patriótico, humanista e resoluto para levar socorro e ajuda ao agonizante e anemico Hospital de Clínicas. E olhem que estamos em ano eleitoral, com todos os santinhos sorridentes estampados nas avenidas e praças da cidade. Municipalizar a saúde pública, dentro de critérios mal colocados à população e aos seus médicos é, em essência, acrescentar uma perigosíssima bactéria ao abcesso político que investe contra as melhores decisões em favor do povo. Onde houver possibilidade de manipulação de votos, às custas de novalgina, mercúrio-cromo e esparadrapo, para manter o poder, aí a coisa emperra e gerará dissabores como o da parturiente desassistida. Já dissemos que, para endireitar a política nacional de saúde, deveria ser obrigatório que todos os ocupantes (titulares e suplentes) de cargos públicos, de vereador ao Presidente, fossem atendidos e internados somente nos hospitais da rede pública; sem possibilidade de furar filas e/ou subornar diretores e administradores. E sem nenhum direito à avião nos caminhos dos hospitais particulares de São Paulo. Renzo Sansoni Parabens pela iniciativa e qualidade da medonline! Solicito que tambem divulgue a criacao da Sociedade de Hipertensao do Estado do Rio de Janeiro (SOHERJ), uma regional da SBH. Contamos com a sua ajuda na divulgacao de nossos eventos. Um forte abraco! Jose Mario Franco de Oliveira Prof. Adjunto - Clinica de Hipertensao (CLINEX) - UERJ Sociedade de Hipertensao do Estado do Rio de Janeiro Prof. Paulo Levy Schivartche Livre docente de ginecologia U.S.P. Carlos . São Carlos SP se chama Fisiologia. Com a qual mantenho um relacionamento a distância...Explico. Me agrada mas, acho-a um pouco difícil. Tenho um trabalho para entregar na sexta-feira e não sei como faze-lo... O trabalho resume-se a 10 perguntas das quais já respondi 9 falta somente uma. Que consiste na explicação detalhada dos mecanismos que regulam a excreção de sódio pelo rim em condições de volume efetivo circulante normal, aumentado e diminuído. Seria possível obter de vocês uma ajuda, prometendo desde já que isto não se tornara uma constante.. Muitíssimo obrigado por qualquer ajuda que possam me dar... C.Arana O paciente é relativamente livre de sintomas, exceto por uma frequencia ligeiramente aumentada de pequenos ferimentos bucais. Sobre esses ferimentos foi aplicado uma solução diluida de peróxido de hidrogenio e ao invés do tecido adjacente se tornar descolorido e borbulhante, escurece. Colhendo-se uma amostra de sangue do paciente e isolando-se os eritrocitos, posteriormente adicionou-se peróxido de hidrogenio aos eritrócitos.Percebeu-se ausência de bolhas em contraste com uma amostra controle que borbulha em presença do mesmo reativo. a análise da urina do paciente revela uma concentraçào cinco vezes maior de bilirrubina e de coproporfirina que o normal.Não há evidencia de hemólise aumentada ou dano hepatocelular. Ao isolar e sequenciar o gene que codifica a enzima em questão, encontra-se a seguinte seqüência, comparada com a seqüência do mesmo gene de uma pessoa normal ( seqüência de exons é o TTG inicial). Paciente: 5'- TTGGTAGATAATA - 3' Pessoa normal: 5'- TTGGTAGGTAATA - 3' O que esse paciente pode ter? Pelo que eu pesquisei,o fato de não haver bolhas e o ferimento bucal não descolorir em presença de peróxido de hidrogênio se deve a deficiência da enzima catalase. Agora, não consegui relacionar esse dado com o restante do caso clínico. Se puderem me ajudar ficaria grata. Renata Scheller durango@uol.com.br sobrenatural. Em qualquer erro dos infantes lá estão os pais, avós, tios e padrinhos com a infeliz frase: vamos dar injeção nele ou nela, para que aprendam a fazer coisa certa. Até os professores acham bonito a repressão da criança via injeção. Nada mais dantesco; nada mais cruel e nada mais prejudicial à formação sadia dos pequeninos. Tudo revelador de uma cultura de punição, tirania e medievalismo; fruto de trevas remotas, ignorância coletiva que necessita ser removida, certificado de uma época que não deve voltar jamais. Criança não é adulto em miniatura. A expressão de horror nos olhos das crianças quando chegam ao consultório médico ou odontológico é do conhecimento de todos. E a primeira providência dos familiares para acalmar a criança é a história da injeção: se não deixar o doutor examinar, vai tomar injeção com agulha bem grossa e dolorosa, certo? E aí, na verdade, é uma agulhada na mente da criança, gerando um trauma de consequências muito desastrosas para o resto da vida daquele ser. Um horror que se forma na alma pediátrica e que vai se repetir em situações de risco de vida; e quantas pessoas não morreram por medo de tomar injeção! E quantas pessoas não estão mutiladas por medo de injeção! E onde está a causa deste medo? Sem dúvida, na infância. Sem dúvida, nesta cultura de punição e de tortura; pequeno detalhe que está passando pelas nossas barbas e bigode, sem que se tome atitude inteligente e de bom senso. Criança não é adulto em miniatura; verdade maior não há. Evidentemente que a injeção de medicamentos no ser humano é uma das mais valiosas conquistas da ciência médica, seja por via muscular ou endovenosa. Recurso miraculoso e, por vezes , inacreditável, dada a sua eficiência e previsibilidade. Quantos milhões de vidas humanas foram salvas por causa de uma injeção! Seguramente, não existe nenhuma família neste mundo que não tenha sido beneficiada por algum tipo de injeção. Nem que seja de animo, não é mesmo? Recurso doloroso, incomodativo, exige sacrificio, ritual, etc..., mas que vem em beneficio do ser humano. Chateia muito, mas resolve e ajuda e cura. Só por isto já se justifica encarar esta questão com mais seriedade e menos ignorância. Fica o alerta para todos os leitores meditarem neste assunto tão importante e, por isto mesmo, tão negligenciado. Assuntos de saúde merecem respeito. A criança muito mais ainda. Renzo Sansoni Ex: Saúde da mulher, Saúde das unhas,Câncer de mama, etc. Obrigada, Celina Obrigado, Flavio Bracale. Atensiosamete, Aline Almada de Souza PROCURANDO COMPREENDER MELHOR O QUE SE PASSA COM MEU FILHO E SEU PACIENTE RAFAEL CARVÃO,ENCONTREI SEU ESTUDO. PARABÉNS POR SEU ARTIGO E EM ESPECIAL PELA PESSOA SENSÍVEL E SOLIDÁRIA QUE A SENHORA TEM SE MOSTRADO NESTES MESES DE CONVIVÊNCIA E TRATAMENTO NO AMBULATÓRIO DA UNICAMP (APA). NOSSO PAÍS PRECISA DE CIENTISTAS ASSIM COMO A SENHORA QUE ALÉM DE ESTUDAR E PESQUISAR "PÕE A MÃO NA MASSA". MUITO OBRIGADA POR TUDO . UM GRANDE ABRAÇO . REGINA CARVÃO MÉDICOS DE UBERLÂNDIA, TRIÂNGULO MINEIRO E ALTO PARANAÍBA - A "DELEGACIA SINDICAL DO SINDICATO MÉDICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS" , COM ISTO OS MÉDICOS FICAM SEM QUAISQUER MEIOS DE REIVINDICAÇÕES, INCLUSIVE ASSESSORIA JURÍDICA, QUE DAVA DESCONTOS PARA CAUSAS E DEFESAS MÉDICAS. RESPONSÁVEIS: DR. RICARDO MENEZES-PRESIDENTE EM BH; DR. MARCIO BICHARA - DIRETOR EM BH E DR. JOSÉ JUNQUEIRA DE FREITAS - DELEGADO REGIONAL EM UBERLÂNDIA E REGIÃO (QUE NÃO TOMOU QUALQUER PROVIDÊNCIA PARA EVITAR, MENOS AINDA, PARA DIVULGAR O SINDICATO, APENAS O ASSESSOR JURÍDICO É CONHECIDO PELOS MÉDICOS DA REGIÃO, TENDO EM VISTA O NÚMERO DE AÇÕES E DEFESAS EM FAVOR DOS MESMOS (DR. CLISOMARDEM ANTONIO INOCÊNCIO), ÚNICO ESPECIALISTA EM DIREITO MÉDICO DA REGIÃO. É NECESSÁRIO QUE A DELEGACIA SE REABERTA E OS MÉDICOS POSSAM CONTAR COM UMPRESIDENTE COMPETENTE, E AS ASSESSORIAS QUE LHES SÃO DE DIREITO. CONTUDO, SÓ A IMPRENSA PODE FAZER A POPULAÇÃO E AS AUTORIDADES POLÍTICAS ENTENDEREM TAL SITUAÇÃO. QUALQUER OUTRA INFORMAÇÃO, OS NÚMEROS ESTÃO COLOCADOS. SALIENTANDO QUE A ASSESSORIA JURÍDICA VINHA INFORMANDO BH SOBRE O HC DA UFU, ENTRETANTO, NENHUMA ATITUDE FORA TOMADA, AO CONTRÁRIO, FOI GASTO UM TOTAL APROXIMADO DE R$3.600,00 PARA O DIRETOR CITADO VIR A UBERLÂNDIA NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA, PARA UMA REUNIÃO DE 02 (DUAS) HORAS, ONDE DISSE APENAS QUE SERIA FECHADA A DELEGACIA, ESTA QUE NUNCA TEVE APOIO DE BH PARA QUAISQUER PROJETOS. EM MEIO A UM PROCESSO ELEITORAL-POLÍTICO, NÃO É POSSÍVEL UMA ATITUDE ENÉRGICA E URGENTÍSSIMA DAS AUTORIDADES COMPETENTES. GRATO, FRATERNALMENTE E AO DISPOR DR. INOCÊNCIO Gostaria de obter informações sobre disturbios hormonais, especificamente o cortisol, t4, tsh. Agradeço desde já toda a atenção dispensada Cordialmente Jean-Marc boudou de Medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR). No presente momento, estou realizando um trabalho científico na área de tuberculose relacionada à imunosupressão no estado do Paraná. Este trabalho está filiado ao departamento científico e cultural da Associação Médica do Paraná (AMP). Gostaria de requisitar humildemente algumas informações, referências bibliográficas a questão do assunto. Grato, F. Y. Makishi Sendo o que se nos apresenta para o momento , atenciosamente, Artur Rangel. Felipe uma doença que ataca o rim. O meu apelido é dicló. Desde já muito obrigado pela ajuda. Grato Fernando Maia ROBSON R. DE OLIVEIRA- uel sempre me manter atualizado sobre as novas descobertas e também sempre estar aprendendo, meu e-mail é Sem mais, obrigado, Wallace Júnior ! Atenciosamente, Marcelle feito no DF, não encontrei reportagens falando nesse assunto . Soube que esse projeto é implantado em Cuba com grandes resultados. Se fosse possível gostaria de saber mais informações sobre esse tema . Muito Obrigada ! Diana de Alencar Bem, sou acadêmico de Medicina, faço a Faculdade de Medicina de Itajubá. Gostaria de me manter a par das atualizações da página. Obrigado! Birston Cristiano da Silva NÃO SOU MÉDICO, TOMEI CONHECIMENTO DESTA ENTREVISTA APENAS NAVEGANDO PELA INTERNET, POIS ESTAVA PROCURANDO ALGO REFERENTE A NEFROLOGIA POR CAUSA DA DOENÇA DO MEU FILHO! BEM, JÁ QUE EU CONSEGUI CONHECER UM POUCO A RESPEITO DO MAIOR PROFISSIONAL DA ÁREA, GOSTARIA IMENÇAMENTE DE ME COMUNICAR COM O DR. OSVALDO E ME INFORMAR MAIS A RESPEITO DA SÍNDROME HEMORRÁGICA URÊMICA,RARA DEFICIÊNCIA NO RIM QUE MEU FILHO TEM.ELE TEM 12 ANOS E DESDE OS 6 MESES ELE ESTÁ SE TRATANDO COM O MESMO MÉDICO, QUE NÃO DÁ NENHUMA PERSPECTIVA DE CURA, SOMENTE ALGUM CONTROLE. NÃO AGUENTAMOS MAIS ESSA SITUAÇÃO E GOSTARÍAMOS DE SABER ALGUMA OUTRA FORMA DE CONTROLE OU ATÉ MESMO DE CURA, JÁ QUE O NOSSO MÉDICO NÃO NOS DEIXA MUITO A PAR SOBRE A EVOLUÇÃO DE NOVOS TRATAMENTOS E PESQUISAS A RESPEITO DESTA SÍNDROME. ESTAREI MUITO GRATO DESDE JÁ APENAS POR TEREM LIDO ESTE MEU DESABAFO E SE POSSÍVEL, GOSTARIA DE ALGUM E-MAIL O OUTRA FORMA DE ME COMUNICAR COM O DR. OSVALDO APENAS PARA CLAREAR MAIS A RESPEITO DESTA SÍNDROME, QUE DE ACORDO COM O NOSSO MÉDICO, EXISTEM POUQUÍSSEMOS CASOS NO BRASIL, NÚMERO ESTE INSUFICIENTE PARA SE APROFUNDAR MAIS AS PESQUISAS REFERENTE A ESTA DOENÇA NO BRASIL! DESDE JÁ AGRADEÇO A ATENÇÃO DISPENSADA(E DESCULPE SE EU FUI EXTENSO DEMAIS). MUITO OBRIGADO, AGUARDO ESPERANÇOSO UMA RESPOSTA!!! Antônio Carlos Ribeiro Vimos através deste e-mail informar sobre a oportunidade de financiamentos para compra de equipamentos, máquinas e serviços produzidos por companias norte-americanas. Trabalho associados ao Export-Import Bank of the United States (Ex-Im Bank) e com os principais bancos comerciais dos Estados Unidos. Os financiamentos estão entre $170.000,00 USD e US $10.000.000,00 (quantias maiores podem ser analisadas), as taxas de juros anuais podem ser de 6,5%, e os prazo de até 5 anos com pagamentos semestrais, sem a necessidade de utilização de colaterais. 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Sou monitora de Histologia e estou desenvolvendo uma revisão bibliográfica sobre o baço. Portanto, ficarei muito grata se houver algum artigo que se enquadre no tema (voltado para histo ou mesmo embriologia) que possa me ser enviado. Terei real interesse em me manter informada sobre as novas edições da HP. Grata pela atenção, Daniela Matos A. Cook O questionario do perfil do nefrologista esta disponivel no site da SBN. Se voce ainda nao respondeu, por favor, colabore. http://www.sbn.org.br/perfil_sbn.htm
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