Dr. Rimmel estou fazendo
uma critica e voce conhece bem por que foi seu dicipulo. Admiro muito.
No entanto o ECG desse Sr. nao pode ser considerado tipico da D. Chagas
visto que o mesmo
tem idade avançada.
Normalmente na pratica clinica as formas cardiacas da doenca nao dao uma
sobrevida tao elevada para os pacientes, apesar de ter certeza que nesse
caso o ECG eh de um Chagasico, nao podemos
certamente afastar um envolvimento degenerativo do sistema de conduçao
pela idade. Segundo o Dr. Miron os pacientes que tem comprometimento cardiaco
da Chagas que ultrapassam os 55 anos, eles normalmente morrem de outra
causa. Eh um grande prazer poder
falar com o Sr. atraves desta revista e gostaria de receber um
E-mail. SALU@TRIANG.COM.BR Um grande abraco e ate
quinta feira. Dr. Salustiano
Prezado
amigo e colega Dr.Salustiano
A
sua observação é parcialmente pertinente porque o
título acima diz "Eletrocardiograma na Doença de Chagas"
e nós sabemos que a mencionada patologia apresenta diferentes morfologias
eletrocardiográficas, dependendo das formas clínicas e dos
grupos etários, e a amostra apresentada se refere aos achados eletrocardiográficos
nesse grupo etário e as suas divergências. Não
estamos ainda fazendo a correlação anátomo-patológica
e eletrocardiográfica desses exemplos, apenas apresentando inicialmente
traçados frequëntes nestes casos. Agradecemos
a sua observação, primeiro por referir conceitos importantes
sobre a doença e depois, por incentivar a discussão sobre
o caso apresentado. Aguardamos novas observações suas e de
outros colegas sobre os traçados apresentados nesta revista. Atenciosamente, Prof.
Rimmel Guzmán(E-mail: Rimmelh@hc.ufu.br)
Estimados colegas: Comparto la opinion de
que debemos correlacionar el ECG con la forma clinica de presentacion. En mi experiencia, cuando
un paciente portador de Enfermedad de Chagas presenta fibrilacion auricular,
el cuadro de base es una severa miocardiopatia dilatada, con gran daño
miocardico. En el otro extremo, también
se obserca F.A. en las formas clínicas que solo comprometen el Nódulo
sinusal. En el caso comentado,
efectivamente la edad del paciente hace sospechar la coexistencia de otras
patologías, como la enfermedad coronaria. Atte. Dr. Edgardo Schapachinik Buenos Aires Argentina edgardo@schapachnik.com.ar
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